{"id":1533,"date":"2020-02-02T21:27:37","date_gmt":"2020-02-02T21:27:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/?p=1533"},"modified":"2020-03-12T01:12:11","modified_gmt":"2020-03-12T01:12:11","slug":"the-witcher-uma-viagem-de-30-anos-pela-neblina-da-nostalgia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/the-witcher-uma-viagem-de-30-anos-pela-neblina-da-nostalgia\/","title":{"rendered":"THE WITCHER: VIAGEM DE 30 ANOS PELA NEBLINA DA NOSTALGIA"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"wpsdc-drop-cap\">E<\/span>ra um Natal algures entre a minha inf\u00e2ncia e a adolesc\u00eancia. Lembro-me de olhar para o embrulho, que tinha a forma de um livro, torcer o nariz e deix\u00e1-lo para o fim. Mal eu sabia o que estava ali. Um mundo revestido a papel colorido e fita dourada. Quando me atrevi a explor\u00e1-lo deixei, desamparados e amontoados num canto, os Transformers e os Masters do Universo. Quando olhei para tr\u00e1s, j\u00e1 os passos se tinham transformado em jornadas.<\/p>\n<p>Esses mundos eram os livros das Aventuras Fant\u00e1sticas, de Ian Livingstone e Steve Jackson. Nessas rel\u00edquias interativas \u2013 com a sua famosa lombada verde p\u00e2ntano \u2013 o leitor tinha livre arb\u00edtrio. \u00c0 medida que avan\u00e7ava nas p\u00e1ginas, podia escolher o que fazer: o caminho a seguir na bifurca\u00e7\u00e3o, a que portas bater, que conversas manter, se enveredar num atalho pela floresta ou seguir pela estrada, que ervas apanhar, que po\u00e7\u00f5es criar, se lutar, matar ou perdoar, enfim, as op\u00e7\u00f5es eram incont\u00e1veis.<\/p>\n<p>Adorava l\u00ea-los (ou jog\u00e1-los, ambos os termos se aplicam) tardes inteiras, mas sempre ao ar livre. Fugia at\u00e9 ao bosque mais pr\u00f3ximo, estendia uma manta no ch\u00e3o e permanecia entretido durantes horas encostado a uma \u00e1rvore. At\u00e9 porque esse cen\u00e1rio se adequava. A maioria dessas hist\u00f3rias \u2013 e as minhas preferidas \u2013 abordavam jornadas entre florestas e montanhas rumo a misteriosas povoa\u00e7\u00f5es medievais, onde imaginava casas de pedra coberta de musgo e telhados de colmo, cujos \u00e2magos prometiam uma estranha e apelativa mistura entre aconchego e decad\u00eancia, entre a mais despojada das simplicidades e arm\u00e1rios toscos de madeira cujas gavetas escondiam artefactos preciosos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_7292-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1537 size-large\" src=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_7292-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_7292-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_7292-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_7292-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_7292-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/IMG_7292-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><br \/>\nHavia uma exce\u00e7\u00e3o. A \u201cMans\u00e3o Diab\u00f3lica\u201d. Nesse, imaginava um casar\u00e3o frio e sombrio, mas sumptuoso. E lia-o de noite, sempre dentro de casa, pois metia-me um medo danado.<br \/>\nForam esses dois autores que me apresentaram os ogres, os trolls, os druidas, os elfos, os duendes, entre imensas outras criaturas da mitologia n\u00f3rdica, c\u00e9ltica e anglo-sax\u00f3nica.<\/p>\n<p>A nostalgia desses momentos long\u00ednquos envolveu-me como um denso nevoeiro numa tarde fria de Outono, j\u00e1 com 40 anos. Era domingo e chovia l\u00e1 fora, cen\u00e1rio ideal para planos caseiros. Meti filmes e s\u00e9ries de lado e, por algum motivo, resolvi experimentar um videojogo chamado \u201cThe Witcher 3\u201d.<\/p>\n<p>A premissa era interessante. Gerat of Rivia \u00e9 um witcher; humanos com capacidades sobre-humanas, a n\u00edvel f\u00edsico e sensorial, que s\u00e3o vistos como bruxos e olhados com desconfian\u00e7a pela generalidade da popula\u00e7\u00e3o. Andam de terra em terra em busca de trabalho. E esse trabalho \u00e9 ajudar as pessoas que s\u00e3o aterrorizadas por criminosos, entidades sobrenaturais, bestas e monstros.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/scenery.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1541 size-large\" src=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/scenery-1024x640.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"640\" srcset=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/scenery-1024x640.jpg 1024w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/scenery-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/scenery-768x480.jpg 768w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/scenery-1536x960.jpg 1536w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/scenery.jpg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Fiquei pasmado com a liberdade que temos para explorar todo um mundo e interagir com ele. Cada atitude tem o seu pre\u00e7o, cada escolha a sua consequ\u00eancia. H\u00e1 uma complexidade no seu argumento que nunca vi em mais nenhum jogo. A especificidade de cada territ\u00f3rio, das suas geografias e climas, dos seus habitantes e das criaturas que povoam os seus pesadelos \u00e0 noite. H\u00e1 todo um folclore criado &#8211; recheado de seres, supersti\u00e7\u00f5es e lendas &#8211; imaginado ao mais \u00ednfimo detalhe. Tudo isto sob uma atmosfera fant\u00e1stica com sabor a mundos antigos.<\/p>\n<p>O desenvolvimento \u00e9 impressionante, por milhares de quil\u00f3metros que se cavalguem, tudo \u00e9 novo, arbitr\u00e1rio, espont\u00e2neo. Um ponto fort\u00edssimo, que contrasta com outros jogos (como na saga \u201cAssassin\u2019s Creed\u201d) onde prevalece uma tend\u00eancia repetitiva na sua mec\u00e2nica narrativa, seja nas miss\u00f5es como no progresso geral do jogo. Em \u201cThe Witcher 3\u201d, isso n\u00e3o acontece. O progresso narrativo \u00e9 recheado de complexidade, h\u00e1 sempre in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es novas para descobrir, dezenas e mais dezenas, se calhar centenas, de miss\u00f5es paralelas, que podemos ou n\u00e3o decidir enfrentar. Todas elas com as suas particularidades e todas com sabor a novidade. Cada vez que jogamos, em cada di\u00e1logo que mantemos, cada aliado ou inimigo que fazemos, cada mulher com quem dormimos, tudo tem consequ\u00eancias no desenrolo narrativo e no desfecho da aventura.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/46682228-1549436283.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1538 size-large aligncenter\" src=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/46682228-1549436283-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"576\" srcset=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/46682228-1549436283-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/46682228-1549436283-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/46682228-1549436283-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/46682228-1549436283-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/46682228-1549436283-1200x675.jpg 1200w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/46682228-1549436283.jpg 1602w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1431696896_The-Witcher-3-Wild-Hunt.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1542 size-large aligncenter\" src=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1431696896_The-Witcher-3-Wild-Hunt-1024x502.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"502\" srcset=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1431696896_The-Witcher-3-Wild-Hunt-1024x502.jpg 1024w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1431696896_The-Witcher-3-Wild-Hunt-300x147.jpg 300w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1431696896_The-Witcher-3-Wild-Hunt-768x377.jpg 768w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1431696896_The-Witcher-3-Wild-Hunt.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><br \/>\nEsse videojogo \u201croubou-me\u201d a totalidade dessa tarde de Domingo. Mas, apesar de ter estado amarrado e imobilizado no sof\u00e1, senti que tinha viajado por todo o lado. Quando um jogo tem esse cond\u00e3o, \u00e9 admir\u00e1vel!<\/p>\n<p>Algum tempo depois, foi com alguma surpresa que soube que a Netflix estava a preparar uma s\u00e9rie sobre a saga. N\u00e3o sabia bem o que esperar, mas fiquei algo reticente, talvez por estar ainda escaldado de adapta\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas tr\u00e1gicas a videojogos que eu admirava particularmente pelos seus ambientes, como \u201cAlone in the Dark\u201d e \u201cSilent Hill\u201d.<\/p>\n<p>Embora a saga \u201cThe Witcher\u201d tenha origem liter\u00e1ria &#8211; criada pelo escritor polaco Andrzej Sapkowski nos anos 90 &#8211; e os seus volumes sejam obras de culto na Europa Central e de Leste, foi popularizada nas restantes geografias atrav\u00e9s dos videojogos, pelo que havia o risco de rentabilizar essa notoriedade recente com um produto mais pl\u00e1stico. Fiquei algo aliviado quando constatei que o nome Uwe Boll n\u00e3o constava nos cr\u00e9ditos e ainda mais quando vi as primeiras imagens de produ\u00e7\u00e3o. O facto de estar ainda ressacado com a aus\u00eancia de \u201cGame of Thrones\u201d tamb\u00e9m contribuiu para a crescente curiosidade.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/TheWitcher_101_Unit_06900_RT.fk3ph4dhp.0.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1540 size-large\" src=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/TheWitcher_101_Unit_06900_RT.fk3ph4dhp.0-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/TheWitcher_101_Unit_06900_RT.fk3ph4dhp.0-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/TheWitcher_101_Unit_06900_RT.fk3ph4dhp.0-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/TheWitcher_101_Unit_06900_RT.fk3ph4dhp.0-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/TheWitcher_101_Unit_06900_RT.fk3ph4dhp.0.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><br \/>\nDois anos depois, tamb\u00e9m num Outono, saciei-a com sofreguid\u00e3o. Uma excelente produ\u00e7\u00e3o, com uma recria\u00e7\u00e3o deliciosa dos ambientes e um argumento muito bem delineado, orquestrado por uma op\u00e7\u00e3o narrativa arrojada e muito interessante, onde linhas temporais dan\u00e7am com a espontaneidade de folhas ca\u00eddas ao vento.<br \/>\nFoi filmado em v\u00e1rias zonas da Europa de Leste e tamb\u00e9m nas Ilhas Can\u00e1rias, de onde conseguiram extrair uma atmosfera lind\u00edssima, recheada de melancolia medieval.<\/p>\n<p>Henry Cavill, brit\u00e2nico nascido na ilha de Jersey, d\u00e1 corpo a um extraordin\u00e1rio Geralt of Rivia. As express\u00f5es, o temperamento, o semblante \u201cI don\u2019t give a fuck\u201d, que oscila entre verdade e a mentira, \u00e0 medida que a hist\u00f3ria e as circunst\u00e2ncias se desenrolam.<\/p>\n<p>No jogo, os dias e noites correm em tempo real. H\u00e1 uma op\u00e7\u00e3o para meditar, se quisermos avan\u00e7ar algumas horas. Fica a sensa\u00e7\u00e3o de t\u00ea-la acionado ao ver esta s\u00e9rie. Os oito epis\u00f3dios de \u201cThe Witcher\u201d, como as tardes da minha inf\u00e2ncia a escolher p\u00e1ginas e rolar dados, passaram a correr. Isso deve-se \u00e0 qualidade intr\u00ednseca da produ\u00e7\u00e3o, mas, tenho no\u00e7\u00e3o disso, tamb\u00e9m \u00e0s m\u00e3os da nostalgia. Essa artes\u00e3 talentosa que transforma o tempo em barro e molda-o \u00e0 sua vontade. Quando essa jarra estiver seca e r\u00edgida, metam-na nos alforges e levem-na convosco. Vai ser uma viagem longa at\u00e9 2021.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antes de me deixar encantar pela s\u00e9rie \u201cThe Witcher\u201d, j\u00e1 me tinha apaixonado pelo videojogo hom\u00f3nimo. Um jogo que nos apresenta um fascinante mundo antigo, recheado de lendas e fantasia, e nos d\u00e1 liberdade para o explorar, interagindo com (quase) tudo o que l\u00e1 existe. Esses momentos fizeram-me recuar cerca de tr\u00eas d\u00e9cadas, quando uns livros m\u00e1gicos de capa verde chamados \u201cAventuras Fant\u00e1sticas\u201d me revelaram essas mesmas possibilidades, ambientes e sensa\u00e7\u00f5es. Esta \u00e9 a hist\u00f3ria dessas viagens.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1534,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-1533","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cronica-inedita"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>THE WITCHER: VIAGEM DE 30 ANOS PELA NEBLINA DA NOSTALGIA<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Eram uma vez um livro, um jogo e uma s\u00e9rie. 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