{"id":1551,"date":"2020-02-15T12:17:49","date_gmt":"2020-02-15T12:17:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/?p=1551"},"modified":"2020-03-12T01:23:01","modified_gmt":"2020-03-12T01:23:01","slug":"jornalismo-de-guerra-o-sonho-mais-negro-preludio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/jornalismo-de-guerra-o-sonho-mais-negro-preludio\/","title":{"rendered":"JORNALISMO DE GUERRA: O SONHO MAIS NEGRO (Prel\u00fadio)"},"content":{"rendered":"<p><em>\u201cOnde come\u00e7a a hist\u00f3ria? (\u2026) Talvez com as fotos da AP, com os monges a imolar-se em protesto nas ruas de Saig\u00e3o. Tive no\u00e7\u00e3o que ia haver uma guerra naquele lugar, que se ia tornar uma guerra americana, uma guerra da minha gera\u00e7\u00e3o e eu ia querer estar l\u00e1 para a cobrir\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Foi com estas palavras que Joe Galloway iniciou o primeiro dos muitos cap\u00edtulos da sua reportagem da Guerra do Vietname, que intitulou \u201cDi\u00e1rios de um rep\u00f3rter do Inferno\u201d. Li-os vezes sem conta. Tal como biografias de Robert Capra, reportagens de Walter Cronkite e Richard Boyle, imagens de Margaret Bourke-White, Steve McCurry e Catherine Leroy. At\u00e9 relatos de rep\u00f3rteres de guerra \u201cimprov\u00e1veis\u201d, como Winston Churchill (cobriu tr\u00eas guerras, B\u00f3er na Africa do Sul, russo-japonesa e \u00edtalo-turca), Hemingway (guerras turcas, guerra civil espanhola e II Guerra Mundial) e Edgar Rice Burroughs, escritor que, tr\u00eas d\u00e9cadas depois de criar o Tarzan, estava no Havai na altura do ataque a Pearl Harbor e, aos 69 anos, fez a cobertura total do evento.<br \/>\nTenho duas prateleiras cheias de livros sobre o tema, incluindo v\u00e1rios rep\u00f3rteres de guerra portugueses, como M\u00e1rio de Carvalho, Carlos Fino, Lu\u00eds Castro, Jos\u00e9 Rodrigues dos Santos, entre v\u00e1rios outros.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1556\" aria-describedby=\"caption-attachment-1556\" style=\"width: 901px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/catherine-leroy-vietname.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1556\" src=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/catherine-leroy-vietname.png\" alt=\"\" width=\"901\" height=\"599\" srcset=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/catherine-leroy-vietname.png 1246w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/catherine-leroy-vietname-300x199.png 300w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/catherine-leroy-vietname-1024x680.png 1024w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/catherine-leroy-vietname-768x510.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 901px) 100vw, 901px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1556\" class=\"wp-caption-text\">Catherine Leroy, fotojornalista parisiense a acompanhar um pelot\u00e3o americano na Guerra do Vietname (1966)<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Filmes ent\u00e3o, devorei tudo o que h\u00e1 sobre o tema. J\u00e1 devo saber de cor o \u201cSalvador\u201d, do Oliver Stone e o \u201cThe Killing Fields\u201d do \u201cRoland Joff\u00e9\u201d. J\u00e1 o \u201cA Mighty Heart\u201d, de Michael Winterbottom e que conta a hist\u00f3ria de Daniel Pearl, nunca mais tive coragem de rever desde que o vi nos cinemas. Um dos \u00faltimos que vi, em 2010, chama-se \u201cThe Bang Bang Club\u201d (realizado por Steven Silver), a c\u00e9lebre alcunha que um grupo de fotojornalistas recebeu na arrojada cobertura dos conflitos violentos do fim do Apartheid na \u00c1frica do Sul, na primeira metade dos anos 90.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_1554\" aria-describedby=\"caption-attachment-1554\" style=\"width: 901px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/James-Woods-1-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1554\" src=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/James-Woods-1-1.jpg\" alt=\"\" width=\"901\" height=\"488\" srcset=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/James-Woods-1-1.jpg 1600w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/James-Woods-1-1-300x162.jpg 300w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/James-Woods-1-1-1024x554.jpg 1024w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/James-Woods-1-1-768x416.jpg 768w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/James-Woods-1-1-1536x831.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 901px) 100vw, 901px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1554\" class=\"wp-caption-text\">O actor James Woods numa cena do filme &#8220;Salvador&#8221; (1986), de Oliver Stone<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A paix\u00e3o pelo tema \u00e9 f\u00e1cil de explicar. Em maior ou menor escala, acho que ela existe em qualquer estudante de jornalismo \/ jornalista. Se formos instru\u00eddos devidamente, nas universidades e nas reda\u00e7\u00f5es (e eu tive a sorte de o ser), cedo aprendemos que a reportagem \u00e9 o g\u00e9nero nobre do jornalismo. E que, para conseguir enfrentar essa Tarefa (capitaliza\u00e7\u00e3o deliberada), n\u00e3o basta ter talento de escrita (ou na fotografia\/v\u00eddeo). Ensinam-nos que \u00e9 preciso possuir uma multiplicidade de atributos que, quando reunidos e conjugados, transformam um jornalista num rep\u00f3rter. Desde a capacidade de farejar hist\u00f3rias onde mais ningu\u00e9m as v\u00ea e detetar o respetivo interesse humano, conseguir estruturar o trabalho narrativamente, ter a paci\u00eancia e a fome da pesquisa, dominar o artificio estil\u00edstico que permite conjugar informa\u00e7\u00e3o com prazer de leitura, entre in\u00fameros outras caracter\u00edsticas, incluindo, talvez, a mais fulcral de todas: a capacidade de ser largado de \u201cparaquedas\u201d seja onde for e, por mais pernicioso que seja esse ambiente, desenrascar-se e regressar com a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_1557\" aria-describedby=\"caption-attachment-1557\" style=\"width: 902px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Robert-Capa-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1557\" src=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Robert-Capa-2.jpg\" alt=\"\" width=\"902\" height=\"601\" srcset=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Robert-Capa-2.jpg 2000w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Robert-Capa-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Robert-Capa-2-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Robert-Capa-2-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Robert-Capa-2-1536x1024.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 902px) 100vw, 902px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1557\" class=\"wp-caption-text\">O fotojornalista Robert Capa junto a um bombardeiro americano (1945)<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se reunirmos essa consci\u00eancia &#8211; e apet\u00eancia &#8211;\u00a0 a um forte sentido de miss\u00e3o e a um desejo t\u00e3o louco quanto altru\u00edsta de dar voz aos que sufocam na mudez do seu sofrimento na colateralidade dos conflitos,\u00a0 percebemos a raz\u00e3o pela qual ser \u00a0rep\u00f3rter de guerra \u00e9 uma esp\u00e9cie de auge de carreira no jornalismo.<br \/>\nEmbora seja relativamente t\u00e1cita, h\u00e1 uma valora\u00e7\u00e3o e um respeito na classe que distingue estes profissionais e os eleva acima dos restantes colegas comuns mortais. E prevalece um desejo, talvez t\u00e1cito tamb\u00e9m, no \u00e2mago de quase todos os jornalistas de um dia poderem vestir essa pele e esse colete com a indica\u00e7\u00e3o PRESS em letras garrafais e carregarem essa medalha ao ombro das suas carreiras. Eu tamb\u00e9m o senti e nunca o realizei. Mas tive a sorte de, ao longo do caminho, poder conhecer e falar com alguns que o realizaram.<\/p>\n<p>Um deles chama-se Zoran Filipovic, fotojornalista conhecido como \u201cZoro\u201d na Ag\u00eancia Magnun e que foi o primeiro a entrar na cidade devastada de Petrinja (Cro\u00e1cia central) e captar as primeiras imagens da Guerra entre a Cro\u00e1cia e S\u00e9rvia, em in\u00edcios da d\u00e9cada de 90. Uma conversa que se transformou numa entrevista que, por sua vez, se transformou numa reportagem que na altura publiquei nas p\u00e1ginas do \u2018O Primeiro de Janeiro\u2019 com o t\u00edtulo \u201cMorte e Verdade a Preto e Branco\u201d (e que, em breve, irei republicar aqui).<\/p>\n<p>Mais recentemente, tive a sorte de estar presente num evento onde encontrei um dos mais famosos fotojornalistas de guerra portugueses: Jo\u00e3o Silva, um dos membros do c\u00e9lebre Bang Bang Club. Assisti \u00e0 sua masterclass sobre fotojornalismo e reportagem e ouvi as suas hist\u00f3rias. E s\u00e3o tantas. Tantos pa\u00edses, tantas guerras, tantas recorda\u00e7\u00f5es que ele tenta, em v\u00e3o esquecer. Emocionei-me com as palavras de um homem que pagou um dos pre\u00e7os mais caros pela dedica\u00e7\u00e3o ao of\u00edcio. Logo ali, resolvi que ia escrever com elas. Sobre elas. Por elas.<\/p>\n<p>Dentro de quatro dias, \u201cJo\u00e3o Silva: Confiss\u00f5es de um membro do Bang-Bang Club\u201d, aqui no Cr\u00f3nicas da Madrugada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quase todos os jornalistas sentem um desejo, por vezes t\u00e1cito, outras intenso, de serem correspondentes de guerra. 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