{"id":903,"date":"2018-02-06T21:06:48","date_gmt":"2018-02-06T21:06:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/?p=903"},"modified":"2020-03-11T00:02:49","modified_gmt":"2020-03-11T00:02:49","slug":"o-mosteiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/o-mosteiro\/","title":{"rendered":"O MOSTEIRO"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/mosteiro.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-904 alignnone\" src=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/mosteiro.jpg\" alt=\"\" width=\"541\" height=\"812\" srcset=\"https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/mosteiro.jpg 500w, https:\/\/www.cronicasdamadrugada.com\/wpc\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/mosteiro-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 541px) 100vw, 541px\" \/><\/a><\/p>\n<p><span class=\"wpsdc-drop-cap\">E<\/span>nfio o bilhete de comboio entre as p\u00e1ginas do livro de Murakami e perco-me na paisagem que escorre l\u00e1 fora, como aguarelas frescas numa tela inclinada. Algures nessa tela de vidro perdura uma recorda\u00e7\u00e3o long\u00ednqua. A de quatro jovens aguedenses que um dia se enfiaram num comboio rumo a Viana do castelo, impelidos por desejo de aventura e descoberta.<\/p>\n<p>Tinham ouvido falar num velho mosteiro com paredes de granito, escondido no meio do mato, cujas ru\u00ednas estavam repletas de lendas sobre assombra\u00e7\u00f5es e actos macabros.<br \/>\nHist\u00f3rias seculares de monges que violavam freiras e que, nove meses depois, enterravam o fruto do crime nas traseiras. Em certas noites sem vento &#8211; dizia-se &#8211; ainda era poss\u00edvel ouvir o choro dos beb\u00e9s, como que um eco eterno que ainda colidia nos blocos de pedra, rancoroso por em t\u00e3o terna idade ter sido silenciado para sempre.<br \/>\nConstava-se tamb\u00e9m que os esp\u00edritos dos monges e das freiras habitavam o local, fria presen\u00e7a conservada por dois dos mais perp\u00e9tuos sentimentos: o remorso e a vingan\u00e7a.<br \/>\nE relatos de t\u00faneis secretos que ligavam o mosteiro ao convento &#8211; que anos mais tarde eu veria desmistificados por um arque\u00f3logo companheiro de in\u00fameras reportagens, que me garantia tratar-se de um mito perpetuado um pouco por todo o pa\u00eds, fomentado pelo \u201ceterno interesse pelo profano no imagin\u00e1rio popular\u201d.<br \/>\nE claro, os famigerados rituais sat\u00e2nicos que l\u00e1 eram celebrados, tendo todo esse misticismo como palco.<\/p>\n<p>Os jovens passaram uma noite de tempestade perdidos no monte de Santa Luzia, com os rel\u00e2mpagos como \u00fanica lanterna e a impulsividade como \u00fanico mapa. Trope\u00e7aram em galhos nocturnos, sentiram o piar sombrio das corujas nas suas nucas, at\u00e9 atravessaram um campo de tiro do ex\u00e9rcito, de mansinho para n\u00e3o alertar o sentinela que se aquecia com uma fogueira na guarita. Amanheceu sem que conseguissem encontrar o mosteiro. A dificuldade adensou-lhe o misticismo e agu\u00e7ou-lhes o apetite. Gerou-se uma esp\u00e9cie de pacto t\u00e1cito. Voltariam a tentar, um dia.<\/p>\n<p>A reminisc\u00eancia deve ter durado algum tempo, o vidro estava embaciado. A \u00faltima vez que fiz esta viagem de comboio foi h\u00e1 15 anos &#8211; pensei. Metade de uma vida! Quantos sonhos de juventude s\u00e3o perpetuados pela idade adulta? Ser\u00e1 um erro faz\u00ea-lo? Ou ser\u00e1 um erro enterr\u00e1-los precocemente, arriscando ouvir o seu choro distante nas noites mais silenciosas?<\/p>\n<p>Mais tarde, sentado num dos t\u00famulos de m\u00e1rmore do mosteiro, acompanhando as suas inscri\u00e7\u00f5es em latim com os dedos e aquele ambiente deliciosamente sombrio com os outros quatro sentidos, a resposta sussurrou-me que eu n\u00e3o precisava dela, pois sempre a conhecera ao longo da vida. E sempre a conheceria. Concordei, despedi-me dela e fui explorar o resto das ru\u00ednas com um sorriso de crian\u00e7a entusiasmada nos l\u00e1bios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era mais do que uma aventura em busca das ru\u00ednas de um velho e lend\u00e1rio mosteiro, perdido no cora\u00e7\u00e3o de um bosque do Norte. Saboreei cada cent\u00edmetro agreste do trilho, mas era mais do que isso. Era uma ode aos sonhos de juventude. S\u00e3o sempre maiores do que os imaginamos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":907,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[88],"class_list":["post-903","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cronicas-recicladas","tag-ghost-stories"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O MOSTEIRO |<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Mais do que uma aventura em 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